sexta-feira, 11 de novembro de 2011
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
É Valorizar o Brincar e as Crianças encantar


sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Olimpíadas dos Programas Sociais 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
Ações desenvolvidos pelo CRAS são apresentadas às famílias de jovens atendidos no AABB Comunidade.

Uma reunião realizada na ultima quarta-feira (28), na AABB Comunidade, envolvendo as famílias das crianças e adolescentes atendidas no núcleo, marcou o início de socialização dos projetos desenvolvidos na comunidade. Com o tema “Divulgando os serviços dos CRAS”, a iniciativa foi apresentada pelo CRAS-II que funciona no bairro Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.
Os trabalhos foram coordenados pela assistente social que atua no Cras, Juliana Keytty, e os estagiários do curso de assistência social. Num primeiro momento, eles detalharam para as mães dos jovens sobre cada serviço oferecido pela instituição. “O projeto foi pensado para aproximar as famílias do CRAS em um momento muito importante quando as mães puderam tirar suas dúvidas sobre o Bolsa Família entre outros assuntos”, destacou Juliana.
De acordo com a assistente social, a maioria das mães afirmou nunca ter ido ao Cras e desconhecer totalmente a sua função. “Com essa reunião essas mães agora sabem o que é e para que serve”, disse Juliana Keytty.
Em Salgueiro, a unidade funciona no bairro Divino Espírito Santo, no Centro Social Urbano e no bairro Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, oferecendo oficinas sócioeducativas, capacitação, atendimento psicológico e de assistência social, acompanhamento aos idosos e diversos cursos de artesanato que possibilitam geração de renda.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Mais fotos do Desfile Cívico de 7 de Setembro
Dia da Independência do Brasil, 7 de Setembro de 1822
Em 7 de setembro de 1822, depois da família real ter estado no Brasil, no período de 1808 a 1821, fato sem dúvida importantíssimo para a então colônia, é proclamada a independência do Brasil.
Logo no ano de 1808 foi fundado o Banco do Brasil, mas quando Don João VI retorna a Portugal leva muito dinheiro deste banco e isso contribuirá para a falência desse empreendimento que quebra em 1829. Veremos que o Brasil começa a perder dinheiro antes mesmo de ser uma nação e depois compra a sua independência.
É claro que este episódio da família real ter estado administrando seu império desde o Brasil foi de suprema importância para essa colônia. Quando a família real volta para Portugal depois de 13 anos, deixa seu filho Don Pedro de Alcântara como príncipe regente que é quem proclama a independência do Brasil logo no ano seguinte.
Dom Pedro grita: “INDEPENDÊNCIA OU MORTE!”
Quanto ao Grito do Ipiranga, podemos dizer que ele ecoa até aos nossos dias no momento em que cantamos o nosso amado Hino Nacional: “Ouviram do Ipiranga as margens plácidas De um povo heróico o brado retumbante, E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos, Brilhou no céu da Pátria nesse instante.” Foi realmente (real vem de rei) nas margens do Rio Ipiranga no estado de São Paulo, que o então príncipe regente Dom Pedro I proclama a independência do Brasil.
Mas é interessante lembrarmos que a Inglaterra era a poderosa protetora e exploradora de Portugal, é ela quem apóia e dá cobertura à transferência da família real para o Brasil. Dezoito navios de guerra portugueses e treze ingleses escoltaram mais de vinte e cinco navios mercantes de Lisboa até à costa do Brasil. A bordo seguiam mais de quinze mil portugueses.quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Salgueiro marca no fim, bate Paraná de virada e volta a respirar
Foto: Aldo Carneiro/Futura Pressdomingo, 11 de setembro de 2011
CASAMENTO DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES
Uma prática ilegal, mais relacionada a áreas rurais ou países distantes, persiste hoje até nos principais centros urbanos brasileiros. Um recorte inédito feito nos dados do Censo Demográfico de 2010 mostra que existem ao menos 42.785 crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos casados no Brasil. O número refere-se a uniões informais, já que os recenseadores não checam documentos.
Essas situações se concentram em grupos de baixa renda e alta vulnerabilidade, principalmente nos rincões do País ou na periferia de grandes centros urbanos. O caso de P., uma jovem de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, é um exemplo. Ela se mudou para a casa do parceiro quanto tinha 11 anos.
Seu namorado, na época, tinha 27. “Eu disse para ele que já tinha 14 e começamos a namorar. Meu pai foi contra porque me achava muito nova, e brigamos feio. Depois da discussão, fugi de casa e fui morar com ele”, conta.
Lá, ela tinha mais liberdade e espaço. Na casa dos pais, eram sete crianças, entre filhos e primos que moravam juntos. Na do marido, uma casa modesta às margens da Represa Billings, eram só os dois. Nos anos seguintes, teve dois filhos e ficou um ano sem ir à escola. Aos 15, teve um sonho de que o pai iria morrer e ligou para fazer as pazes. “Foi a melhor coisa que fiz. Ele morreu um ano depois”.
Hoje, aos 18 anos, ela ainda está com o marido – um agricultor de 34 – e é uma mãe cuidadosa, que não larga dos filhos, mas sente falta de uma infância que deixou de existir. “Deixei de fazer muita coisa que adorava, tipo jogar bola. Tem oito anos que não piso em uma quadra. Se você me perguntar se é fácil, não, não é”.
Legalidade
Assim como o caso de P., a maior parte dos casamentos de crianças registrados no Censo são informais, já que o Código Civil autoriza uniões apenas entre maiores de 16 anos – abaixo dessa idade, só podem se casar com autorização judicial. O Código Penal, por outro lado, proíbe qualquer tipo de união com menores de 14 anos.
“Isso constitui um crime chamado ‘estupro de vulnerável’, previsto no Código Penal e sujeito a detenção de oito a 15 anos”, diz Helen Sanches, presidente da Associação Brasileira de Magistrados, Promotores e Defensores Públicos da Infância e da Juventude (ABMP). As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Salgueiro vai realizar 3ª Conferência Municipal de Políticas Públicas de Juventude

Com a missão de envolver os jovens de Salgueiro na discussão de políticas públicas e fazer com que se sintam parte integrante do processo da efetivação dos direitos, a Prefeitura através da Coordenadoria de Juventude, realiza na próxima sexta-feira (26) a 3ª Conferência Municipal de Políticas Públicas de Juventude. Este ano o tema do encontro abordará “Juventude, Desenvolvimento e Efetivação dos Direitos”. Antes, estão programadas as pré-conferências que acontecerão até o próximo dia 24 nas escolas EREMSAL, Dr. Severino Alves de Sá, Pais e Mestres e no Distrito de Pau-Ferro.
De acordo com a coordenadora da Juventude, Paava Carvalho, o propósito maior da conferência é deixar como legado, o Plano Municipal de Juventude que será construído a partir do debate que for levantado e das propostas pontuadas nos debates. Durante a Conferência haverá apresentações culturais de jovens envolvendo Bike Trial, música e dança.
“Já estamos mobilizando a juventude para participar da Conferência ao mesmo tempo que apresentamos sua a importância na coletividade. É mais uma oportunidade de construção para que os jovens interessados ampliem sua voz ”, destacou Paava Carvalho. Ainda durante o evento, haverá eleição para escolha de delegados. A conferência estadual ainda está sem data marcada, mas a nacional acontecerá entre os dias de 9 a 12 de Dezembro.
SERVIÇO:
3ª Conferência Municipal de Políticas Públicas de JuventudeTema: “Juventude, Desenvolvimento e Efetivação dos Direitos”Quando: sexta-feira (26), das 08 ás 17:00Local : Auditório do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia- Campus Salgueiro (margens da BR-232, KM 808 sentindo Salgueiro-Recife).











